Kosta de Alhabaite

Nortenho, do Condado Portucalense

Se em 1628 os Portuenses foram os primeiros a revoltar-se contra o domínio dos Filipes, está na hora de nos levantarmos de novo, agora contra a colonização lisboeta!

Paleio de gajos

Há gajas boas em qualquer lado do Mundo, disso ninguém duvidará, mas existem pequenas diferenças:

A Portuguesa: é boa mas não tão boa como realmente é e faz-se de difícil embora seja só fachada. Dois dedos de letra e as mocinhas caem que nem tordos. O segredo está em levá-las onde querem e assobiar baixinho.

A Espanhola: é espalha brasas. Boa todos os dias, berra mais do que fala e isso espanta clientes. Sabe vestir-se mas isso só não chega.

A Inglesa: desbocada é o mínimo que se pode dizer. Bebem até cair, provocando o contacto e a brejeirice. Com um bocadinho de sol, andam com as mamas de fora a ver se tem sorte na pescaria;

A Italiana: das melhores, mas muito espalhafatosas. Confirmarei quando lá for para o ano, mas a ideia que tenho é que vestem de uma forma pouco recomendável e a roçar o mau gosto putaniano. E também berram, o que chateia bastante;

A Francesa: tem tudo o que de bom as outras inventaram mas com uma petit grand diference: estilo, é a melhor e mais rigorosa definição.

Em resumo, há gajas boas aos pontapés, mas as francesas levam a melhor e por duas razões principais: tem charme e… falam francês, o que as torna apetitosas e irresistíveis.

Nota: o universo deste estudo é constituído por um indivíduo de sexo masculino com idade igual ou superior a 45 anos, residente em Portugal Continental e viajado qb. A margem de erro é de 69,69%

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