Kosta de Alhabaite

Nortenho, do Condado Portucalense

Se em 1628 os Portuenses foram os primeiros a revoltar-se contra o domínio dos Filipes, está na hora de nos levantarmos de novo, agora contra a colonização lisboeta!

Sócrates foi recusado duas vezes em Paris!!! (II)

Na sequência do que escrevi aqui  Sócrates foi recusado duas vezes em Paris!!!, foi-me solicitado pelo diplomata Dr Francisco Seixas da Costa, a publicação do texto abaixo. Não tenho dúvidas da palavra de um transmontano! Por isso, os factos que narra merecem-me toda a confiança e o seu bom nome deve ser defendido. Tendo um asco enorme por um dos coveiros do Norte e do País, o miserável Sr. Sousa, deixei-me contaminar por um título que deveria há muito ter sido banido dos escaparates.  Assim, vou reforçar um facto evidente: o Correio da Manhã é mesmo um pasquim nojento e que deveria ser encerrado. A mentira e a calúnia são o seu pão e isso é, em democracia, intolerável. Aqui fica a mensagem que me foi dirigida, com o devido reparo e a bem da verdade.




Porque o assunto foi abordado neste blogue, ficava-lhe grato se pudesse transcrever esta carta que o "Correio da Manhã" inseriu em 16.10.11:

O “Correio da Manhã” publicou, na passada semana, uma notícia relativa à admissão do Engº José Sócrates no Instituto de Estudos Políticos, na qual se afirmava que o embaixador de Portugal em França “mexeu e remexeu os cordelinhos para permitir a entrada do ex-chefe do governo na universidade”, após uma suposta “terceira recusa” à sua admissão. 

Isto não corresponde à verdade. Nunca me foi pedida, nem eu levei a cabo, qualquer diligência para facilitar o acesso do Engº José Sócrates ao Instituto de Estudos Políticos, nem nunca chegou ao meu conhecimento que tenha havido qualquer dificuldade na respetiva admissão naquela escola. 

No que me toca, e sobre este assunto, os factos são muito simples e não admito que sejam contestados. 

Em inícios de Julho, o antigo Primeiro-Ministro contactou o embaixador de Portugal, porque gostaria de obter uma informação sobre os cursos existentes em Paris, numa determinada área académica que estava a pensar frequentar. Como na altura veio publicado na imprensa portuguesa, foi-lhe proporcionado um contacto com dois professores universitários, que melhor o poderiam elucidar sobre o assunto. A intervenção do embaixador de Portugal neste processo começou e acabou ali. 
Só no final de Agosto, quando regressei a Paris, é que vim a saber que o Engº José Sócrates havia escolhido aquela escola e que nela fora admitido.

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