Kosta de Alhabaite

Nortenho, do Condado Portucalense

Se em 1628 os Portuenses foram os primeiros a revoltar-se contra o domínio dos Filipes, está na hora de nos levantarmos de novo, agora contra a colonização lisboeta!

Gatos escondidos

À letra, José Leite, Pereira, Director JN

1 - A administração do metropolitano de Lisboa vai avançar com as obras de extensão da linha da Gare do Oriente para o aeroporto da Portela. A obra vale qualquer coisa como 215 milhões de euros. O processo tem andado pelos tribunais, embrulhado em pareceres jurídicos opostos e a verdade é que ou as coisas começam até sexta-feira ou perde-se a verba de apoio comunitário - cerca de 85 por cento. Se tudo correr como não é normal correr em Portugal , isto é, dentro dos prazos, a obra estará pronta em 2010. Sete anos depois, com a conclusão da Ota, acaba-se o aeroporto da Portela.

A questão, vista daqui de cima, do Porto, onde parece ser sempre mais caro fazer obra pública, é simples para sete anos de uso valerá a pena tanto dinheiro, ou já se estará a contar com a invasão imobiliária dos terrenos do actual aeroporto e, nesse caso, o metro até lhes dará uma valorização suplementar?

2 - O Pacto da Justiça foi uma realidade muito festejada entre PS e PSD. Chegados à altura dos pormenores, as coisas vão fraquejando e vão faltando os acordos. A realidade, entretanto, mostra-nos a justiça no seu melhor :

- Pinto da Costa vai à PJ por causa do Apito e à saída esperam-no os jornalistas. Quem os chamou?

- Um despacho de Maria José Morgado sobre o mesmo Apito apareceu escarrapachado num site.

- A ex -assessora de Souto Moura disse em entrevista que o procurador-geral discutia com ela as informações que eram passadas para os jornais.

- No processo Casa Pia, por agora, só os jornais com sede no Porto - Público e JN - serão julgados por violação do segredo de justiça. Conquanto a conduta dos jornais tenha sido investigada pelo mesmo procurador, expressamente nomeado para o efeito, a verdade é que os juízes de Lisboa e de Oeiras entenderam não haver indícios de os jornalistas terem utilizado meios ilícitos e fraudulentos no acesso às suas fontes .

Como diz o outro há coisas fantásticas, não há?

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